terça-feira, 6 de agosto de 2013

Casal de policiais é morto em chacina em São Paulo

Casal da Polícia Militar e o filho de 12 anos foram encontrados baleados e com sinais de execução nesta segunda-feira; nenhum suspeito foi preso

Felipe Frazão
Família de policial militar é encontrada morta dentro de casa, na Rua Dom Sebastião, no Bairro da Brasilândia, zona norte de São Paulo, SP, na noite desta segunda-feira (05)
Casal de PMs, filho de 12 anos e outras duas familiares são encontrados mortos na Zona Norte de São Paulo(Reprodução/Facebook)
Um casal de policiais militares, o filho e outros dois familiares foram mortos em uma chacina nesta segunda-feira na Vila Brasilândia, na Zona Norte de São Paulo. O sargento da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) Luis Marcelo Pesseghini e a cabo do 18º Batalhão Andreia Regina Bovo Pesseghini foram executados em casa. Além deles, o filho M.E., de 12 anos, a mãe e a irmã do sargento também foram mortos.
A família morava em duas casas no mesmo terreno, na Rua Dom Sebastião. Não há informação sobre suspeitos.
Segundo o Jornal Nacional, da Rede Globo, vizinhos escutaram tiros pela manhã e uma arma foi achada embaixo do corpo da criança.
Em nota, a PM disse que “as circunstâncias relativas à morte do casal de policiais estão sendo objeto de investigação” e que “a perícia está em andamento”.
As informações são da VEJA

Hiroshima lembra os 68 anos da bomba atômica

Cerimônia na cidade japonesa tem minuto de silêncio para lembrar as vítimas do 1º ataque nuclear da história e pede o fim da proliferação das armas atômicas

Moradores de Hiroshima rezam durante minuto de silêncio na mesma hora do ataque nuclear
Moradores de Hiroshima rezam durante minuto de silêncio na mesma hora do ataque nuclear (Toru Yamanaka/AFP)
A cidade japonesa de Hiroshima lembrou nesta terça-feira o 68º aniversário do lançamento da bomba atômica que provocou a morte de milhares de seus habitantes no final da II Guerra Mundial. Na cerimônia, os participantes pediram o fim da proliferação nuclear. Durante o memorial, realizado no Parque da Paz, foi prestado um minuto de silêncio às 8h15 (20h15 de segunda em Brasília).
Nessa mesma hora, em 6 agosto de 1945, o avião B-29 Enola Gay da Força Aérea dos EUA lançou o que seria o primeiro ataque nuclear da história. Calcula-se que a bomba, que foi detonada com uma intensidade de 16 quilotons a cerca de 600 metros de altura, muito perto de onde hoje fica o Parque da Paz, matou de forma imediata 80 000 pessoas – no final de 1945, o número de mortos já tinha subido para cerca de 140 000 por causa da radiação.
O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, participou da cerimônia desta terça e pediu o fim das armas nucleares em seu discurso. Também discursou o prefeito de Hiroshima, Kazumi Matsui, filho de um dos milhares de sobreviventes da bomba. Ele clamou por uma Coreia do Norte e um nordeste da Ásia livre de armas nucleares e lembrou que o Japão ainda sofre, mais de dois anos depois, com os efeitos do acidente na usina nuclear de Fukushima.
A cerimônia deste ano reuniu representantes de 70 países, incluindo o embaixador dos Estados Unidos no Japão, John Roos. Após o ataque sobre Hiroshima, os EUA lançaram uma segunda bomba nuclear em 9 de agosto de 1945 sobre a cidade de Nagasaki, o que forçou a rendição do Japão seis dias depois e pôs fim à II Guerra Mundial. Os ataques nucleares sobre as duas cidades japonesas foram os únicos que realizados até hoje.
Toru Yamanaka/AFP
Centenas de pessoas se reuniram no Parque da Paz para lembrar os 68 anos da bomba de Hiroshima
Centenas de pessoas se reuniram no Parque da Paz para lembrar os 68 anos da bomba de Hiroshima
(Com agência EFE)
As informações são da VEJA