segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Homem é morto após assaltar festa sem saber que era de policiais

Ocorrência foi no Bairro Bela Vista, em São José, na Grande Florianópolis.
De acordo com a PM, houve troca de tiros e criminoso foi atingido.

Do G1 SC

Criminoso é morto após assaltar festa em São José (Foto: Evandro Saad/Divulgação)Criminoso foi alvejado em casa, após assaltar festa de policiais em São José (Foto: Evandro Saad/Divulgação)
Um homem foi morto após assaltar uma festa em São José, na Grande Florianópolis. De acordo com a Polícia Militar, dois criminosos invadiram uma confraternização, sem saber que era de policiais militares, que reuniram no local cerca de 30 pessoas, entre adultos e crianças. Houve troca de tiros e um dos ladrões foi atingido. 
Ainda conforme a PM, a ocorrência foi por volta das 14h30, na Manoel Eduardo Cardoso, no Bairro Bela Vista. Dois homens invadiram a festa e anunciaram o assalto, pedindo que todos ficassem no chão. Em seguida, começaram a recolher os pertences dos parcipantes.
Conforme a PM, um policial se identificou e pediu que eles parassem a ação, mas eles atiraram. O policial revidou e atingiu o criminoso na perna direita. Em seguida, os assaltantes fugiram em direção a um matagal, junto com outro homem que os esperava em frente ao local da festa.
"Os policiais foram em busca dos criminosos e encontraram uma mulher no matagal. Quando os agentes perguntaram o que ela estava fazendo, respondeu que procurava o filho que havia sido baleado. Depois, indicou que ele poderia estar em casa e levou os policiais até o local", disse o major responsável pelo 7º Batalhão da PM.
Ainda segundo a PM, a mãe autorizou a entrada dos policiais na residência, no Bairro Solemar. "O suspeito estava no andar superior, com uma arma na mão. Assim que os policiais entraram no quarto, ele atirou e em seguida foi alvejado. Ele ainda estava vivo e o Samu foi chamado, mas depois o médico constatou o óbito", afirmou o major.
A Polícia Civil e agentes do Instituto Geral de Perícias (IGP) foram até o local da confraternização e na casa do homem e fizeram uma perícia

Sorocaba - Rapaz se mata após atirar na mulher, cunhada e no sogro

Ele não concordou com a separação e cometeu o crime às 6h30 deste domingo, na Vila Rica
A arma usada, um revólver calibre 38, foi apreendida pela polícia - Pedro Negrão

Marcelo Roma
marcelo.roma@jcruzeiro.com.br

Um metalúrgico de 30 anos tentou matar a mulher, a cunhada e o sogro - a tiros - e se matou na garagem da casa em que moravam, na Vila Rica, às 6h30 deste domingo. Ele não concordou com a separação e cometeu o crime depois de ler uma carta que a mulher escreveu para ele, pondo fim ao casamento. O metalúrgico trabalhava numa indústria de autopeças, mas faltou ao serviço no sábado à noite e foi visto num bar do bairro. A mulher, uma operadora de máquina de 21 anos, também saiu de casa, com a irmã e amigos.

O metalúrgico seria violento e já teria ameaçado a mulher com um revólver, mesma arma que usou neste domingo. Ao sair de casa, a operadora deixou a carta e a aliança. Segundo ela contou à polícia, estavam separados apesar de ainda morarem juntos, no andar térreo de um sobrado. O pai dela e a irmã moram no andar superior.

O metalúrgico teria voltado para casa alcoolizado e leu a carta. Discutiu com a mulher e ela foi ao andar de cima. Ele, então, teria pego o revólver calibre 38 e ido atrás dela. A cunhada do metalúrgico, de 26 anos, foi a primeira a ser baleada. O tiro a feriu no ombro direito e ela caiu desmaiada. Ele segurou a mulher e teria colocado o cano da arma na face esquerda. No momento do disparo, ela empurrou o braço dele e não foi atingida, mas ficou com queimaduras no rosto. Ela também caiu. 

O sogro do metalúrgico, de 65 anos, lutou com ele para tentar desarmá-lo. Não conseguiu e saiu da casa correndo. O metalúrgico fez um disparo em sua direção, porém, não o atingiu. Os soldados da Polícia Militar, Valter Furlanes e Tadeu Pedroso, foram os primeiros a chegar ao local do crime e encontraram o metalúrgico caído morto na garagem. Ele atirou em si próprio, pela boca.

Segundo os PMs, o metalúrgico pode ter pensado que matou as duas mulheres, para, em seguida, se matar. A cunhada não corre risco de morte. O delegado Pedro Dalboni disse que um inquérito será instaurado para detalhar o que ocorreu. Explicou que não haverá processo na Justiça sobre a tentativa de homicídio contra as três vítimas devido à morte do autor. Em termos jurídicos, "causa extintiva da punibilidade por morte do agente", segundo o delegado.